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Sindicato da Construção Civil está preocupado com possíveis demissões na CSN


O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil tem acompanhado com preocupação, a notícia de que entre mil a dois mil funcionários da CSN, podem ser demitidos em função da paralisação do alto-forno 2 e dos impactos da crise do Covid-19 (Coronavírus). Entre os motivos da preocupação estão as terceirizadas, que prestam serviços na Usina e estão ligadas ao setor da construção.

- Estamos enfrentando um momento difícil de pandemia, preocupados com a prevenção e a saúde dos trabalhadores. Ao mesmo tempo, outra prioridade é a manutenção dos salários e dos empregos. A informação de possíveis demissões causa temor e apreensão, também para a nossa categoria – comenta o presidente do sindicato, Sebastião Paulo de Assis (foto). Ele ressalta que a entidade aguarda informações oficiais da empresa, mas antecipa-se por entender o impacto que as demissões terão em toda região, agravando ainda o desemprego e a falta de perspectivas dos trabalhadores. “Além de empresas não terem liberado seus funcionários para o isolamento social, expondo-os ao risco de contrair o Coronavírus, agora vem notícias de demissões”, lamenta.

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