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Volta Redonda fecha acessos para veículos de outras cidades

Cidade registra 496 casos confirmados e 15 óbitos



Com objetivo de ampliar o combate a Covid-19, o Novo Coronavírus, o prefeito de Volta Redonda, Samuca Silva, anunciou novas medidas de proteção. Entre elas, o fortalecimento do cinturão de segurança, impedindo a entrada de veículos de todos os municípios e estados, evitando a migração do vírus. Também serão reforçadas as fiscalizações nas entradas da cidade e nos centros comerciais. Samuca realizou uma transmissão ao vivo pelas redes sociais neste domingo, dia 3, para

atualizar as ações. Através do Decreto Municipal 16.147, o prefeito determinou medidas de restrição de acesso à cidade. Está proibido o acesso à cidade de carros, motos, táxis e transporte por aplicativo, oriundos de outros municípios, a não ser que o passageiro comprove sua residência em Volta Redonda. Os ônibus intermunicipais ainda podem circular até sábado, dia 9. Um dos objetivos da medida é também garantir a capacidade de atendimento na rede municipal de saúde. “Nosso intuito é proteger a população de Volta Redonda e de outras cidades. Essa é uma medida de prevenção. Mas estamos garantindo o acesso de quem mora na cidade, que trabalha aqui ou de serviços essenciais, como caso de atendimento de saúde, e prestadores de serviços”, explicou o prefeito Samuca, ressaltando que a medida começa a valer a partir de meia-noite desta segunda-feira, dia 4. O prefeito informou ainda que haverá barreiras físicas – com manilhas – em alguns acessos, e em outros pontos com agentes da Guarda Municipal. “Volta Redonda fez seu dever de casa, preparando a rede de saúde para a população. Diante disso, não queremos ver aqui cenas de pessoas sem vagas nos hospitais, sofrendo aguardando leito”, declarou o prefeito. Durante a live, foram atualizados também os dados sobre a Covid-19 na cidade. Agora são 496 casos confirmados e 15 óbitos, além de 1.304 casos notificados como suspeitos, sendo 386 resultados negativos. Já há 243 pessoas curadas. Com índices dentro dos estabelecidos em metas, flexibilização de atividades econômicas inicia nesta segunda, dia 4 Após acordo feito com o Ministério Público, Volta Redonda inicia nesta segunda-feira, dia 4, a flexibilização das atividades econômicas de forma gradual e com medidas restritivas, visando manter o combate ao coronavírus. Por isso, são condicionantes para a reabertura das atividades econômicas seis eixos de monitoramento da pandemia, que visam evitar o aumento do número de casos e a superlotação do sistema de saúde público da cidade. Os seis eixos de monitoramento são: o número de casos suspeitos não poderá aumentar em 5% por dois dias seguidos; A ocupação de leitos no CTI não ultrapassar 50%; A ocupação de leitos no Hospital de Campanha não ultrapassar 60%; O grupo de risco permanecer em isolamento social; Uso de máscara obrigatório nas ruas; Além de manter a proibição de qualquer tipo de aglomeração. “Para garantir que as medidas sejam cumpridas, evitando aglomerações, por exemplo, a Prefeitura de Volta Redonda, juntamente com uma força-tarefa, irá intensificar as fiscalizações nos centros comerciais. A força-tarefa é formada por agentes da Guarda Municipal, Secretaria de Fazenda, Polícia Militar, Secretaria de Segurança Pública e Ministério Público do Estado do Rio. Não vamos medir esforços para proteger a população”, afirmou Samuca. A partir desta segunda, dia 4, poderão ficar abertos: serviços de escritório, apoio administrativo e outros serviços prestados; atividades profissionais, cientificas e técnicas; atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados; informação e comunicação; comércio e reparação de veículos automotores; alojamento; bares e restaurantes com 30% da capacidade. Já a partir de 11 de maio, devem ser liberados o comércio varejista; outras atividades e serviços; seleção e agenciamento e locação de mão de obra; atividades imobiliárias; além de agências de viagem, operadores turísticos e serviços de reservas. Os shoppings poderão ser reabertos em 18 de maio, com restrições. O descumprimento do decreto, das normas sanitárias ou de funcionamento, vai acarretar aplicação de penalidades previstas em lei. Entre elas, multa, interdição do estabelecimento, cassação de alvará, fechamento do estabelecimento, embargo, apreensão de bens, entre outras sanções.

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